pois é
é vc
que eu sempre adorei os comentários sobre política no twitter
mesmo não concordando com muita coisa
mas que me fazia querer te chamar pra tomar um café com uísque
sua bebiba e a mnha
só pra ver vc tentando articular suas idéias enquanto eu argumentaria contra pelas minhas ideologias do momento
sem parar de prestar atenção na sua boca enquanto tentava impor suas visões cheias de esperança e ímpeto
que ao mesmo tempo me admira
e me faz lembrar de um dóris mais novo
enfim
várias coisas passam pela minha cabeça
quando vejo essa cara sua de pós-adolescente meio sonso mais articulado na escrito e provalmente na fala
enfim... quando vc disse que tinha namorado, jogou dez litros de água no meu uísque
é tanta coisa que passa na minha cabeça... que ela não pára...
e as idéias perdem a coerência
ah... eu sou tão materialista
tão marxista
tão instrumetal
é pecado platonizar de vez em quando
?
rsss
é pecado viajar nas ondas da beleza e desaguar no mar da utopia?
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
CafeinaFree
não há chinela disponível para meus pés descalços
a única está encaixada em um pé com o mesmo número que o meu
eu torço egoistamente para que essa chinela fique froxa ou aperte o outro pé
que no meu darei um jeito de se encaixar direitinho
"you can be heroes, just one day"
eu sei o que é bom pra mim
eu arrisco
eu acredito
os meus amores eu invento assim como a música du Cazuza
e não só pra me destriar
a única está encaixada em um pé com o mesmo número que o meu
eu torço egoistamente para que essa chinela fique froxa ou aperte o outro pé
que no meu darei um jeito de se encaixar direitinho
"you can be heroes, just one day"
eu sei o que é bom pra mim
eu arrisco
eu acredito
os meus amores eu invento assim como a música du Cazuza
e não só pra me destriar
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Menos
Porcas Borboletas
Composição: Banzo
Eu sei
Eu sei que não era pra eu ser assim
que eu devia tomar as doses nas horas certas
Eu sei que eu devia dormir boas noites de sono
e que eu devia fumar menos
escovar os dentes com pastas pra gengivas sensíveis
e perambular menos na rua quando todo mundo já foi
e não me jogar tanto quando alguém me abre os braços
e beber menos
e amar menos
eu devia parar
e pensar menos
eu sei que eu devia pensar menos
e falar menos
eu sei que eu devia falar menos
pra viver mais
eu sei que eu devia viver menos
mas eu não sei viver menos
http://www.youtube.com/watch?v=6X3-C3uQT6Q
Porcas Borboletas
Composição: Banzo
Eu sei
Eu sei que não era pra eu ser assim
que eu devia tomar as doses nas horas certas
Eu sei que eu devia dormir boas noites de sono
e que eu devia fumar menos
escovar os dentes com pastas pra gengivas sensíveis
e perambular menos na rua quando todo mundo já foi
e não me jogar tanto quando alguém me abre os braços
e beber menos
e amar menos
eu devia parar
e pensar menos
eu sei que eu devia pensar menos
e falar menos
eu sei que eu devia falar menos
pra viver mais
eu sei que eu devia viver menos
mas eu não sei viver menos
http://www.youtube.com/watch?v=6X3-C3uQT6Q
domingo, 20 de junho de 2010
Adeus, Saramago!
http://blogdosakamoto.uol.com.br/2010/06/20/tem-gente-em-festa-com-a-morte-de-saramago/
sexta-feira, 18 de junho de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
joanna...
Mais uma vez era eu que estava lá.... ajudando, cuidando... e por que? Talvez porque ele seja meu ídolo mais próximo que faz tudo que eu não posso fazer, que dá os vexames que eu não posso dar.... que diz as coisas que engasgam na minha garganta. Ele me faz sentir politicamente correto... deixa pra mim o papel coadjuvante de enfermeiro do que não tem jeito e nunca terá... e eu assumo esse papel como se fosse uma sombra... não sei se devo ser agradecido. Não sei se sou tão bonzinho assim, ou, se na verdade, sugo toda a energia daquilo que nunca vivi e nem viverei!
domingo, 29 de novembro de 2009
A beira de um ataque de nervos?!
Acho que não é pra tanto! estou eu aqui, escrevendo minha qualificação... passando a noite em claro... e pra dizer a verdade, nunca pensei que eu ia me esforçar tanto, ser tão forte e tão persistente... a idade vai chegando, e junto com os cabelos brancos, as rugas e os maus hábitos (beber, fumar, fazer mestrado em química)... mas vem algumas coisas legais! =D
sábado, 28 de novembro de 2009
domingo, 15 de novembro de 2009
Metropolis
o que é isso? O que é o Metropolis? Difícil de responder... repostas muitas vezes são acompanhadas de definições... e definir, como diria Oscar Wilde, é limitar... e limitar é uma coisa que o metropolis não propicia. O Metropolis é amplo, cabe quase todo mundo... quando digo quase, me refiro principalmente as pessoas que estão afim de relativizar muitas coisas, ou que, em alguns casos, se vêm obrigados a isso, ou ainda pra quem tem 10 reais ou ganhou a entrada no sorteio do orkut. O metropolis não é um lugar pra héteros, gay, travestis, ou qualquer outra identidade fragmentada... é um lugar pra quem quer se libertar de tudo isso... e pra quem sabe que pode encontrar qualquer pessoa rotulada em todas essas várias identidades e em outras que, que nem mesmo, os maiores teóricos ou militantes, ou sei lá quem... conseguem definir. O Metropolis é pra quem gosta de rock dos anos 70, 80, 90, 2270 e pra quem quer experimentar... pra quem quer se jogar em bagaceiras do pop, retrô ou não, vintage ou quase isso... nada que uma bela dose servida por Eliane, Juliana ou Renatinho não te faça dançar... é um lugar pra quem sabe que a ressaca é certa no dia seguinte, mas que uma efêmera dor de cabeça não vai tirar o sorriso do dia seguinte: “ontem foi foda!”, “me joguei”, “massa véi!” ou simplesmente, “VALEU A PENA!”.
O Metropolis é um barzinho (ou pub?) despretensioso... um portinha com dois seguranças do lado de fora cobrando a identidade (PROIBIDA A ENTRADA DE MENORES) que fica na Rua 83, Setor Sul próximo aos Biscoitos Caseiros, Goiânia-GO. Se vir a Goiânia, tenha certeza, esse é um dos melhores lugares e mais democráticos da cidade. Rola Shows de bandas locais ou forasteiros... e uma ótima discotecagem.
Metrópolis... Ah, o Metropolis... foi o primeiro lugar que eu trabalhei fora do universo acadêmico... que eu adoro atravessar algumas quadras a pé e chegar e já bêbado... e voltar quase amanhecendo nas sextas ou sábados, ou nos dois dias, mais bêbado ainda, porém muito mais feliz e pensando: “VALEU A PENA”... Eu já não consigo imaginar minhas sextas e/ou sábados longe do Metropolis... da Juliana, Eliane, Túlio, Renatinho, João Lucas, Marcelle, Douglas e tantos outros... O Metropolis é uma extensão da minha vida, da minha casa... lá me sinto em casa, trabalhando ou só ou só sentindo o calor das luzes azuis de Césio... se alguém me perguntar onde você vai sexta ou sábado... já se tornou um grande um clichê: - vou ao Metropolis... esse lugar já faz parte de mim!!!
o que é isso? O que é o Metropolis? Difícil de responder... repostas muitas vezes são acompanhadas de definições... e definir, como diria Oscar Wilde, é limitar... e limitar é uma coisa que o metropolis não propicia. O Metropolis é amplo, cabe quase todo mundo... quando digo quase, me refiro principalmente as pessoas que estão afim de relativizar muitas coisas, ou que, em alguns casos, se vêm obrigados a isso, ou ainda pra quem tem 10 reais ou ganhou a entrada no sorteio do orkut. O metropolis não é um lugar pra héteros, gay, travestis, ou qualquer outra identidade fragmentada... é um lugar pra quem quer se libertar de tudo isso... e pra quem sabe que pode encontrar qualquer pessoa rotulada em todas essas várias identidades e em outras que, que nem mesmo, os maiores teóricos ou militantes, ou sei lá quem... conseguem definir. O Metropolis é pra quem gosta de rock dos anos 70, 80, 90, 2270 e pra quem quer experimentar... pra quem quer se jogar em bagaceiras do pop, retrô ou não, vintage ou quase isso... nada que uma bela dose servida por Eliane, Juliana ou Renatinho não te faça dançar... é um lugar pra quem sabe que a ressaca é certa no dia seguinte, mas que uma efêmera dor de cabeça não vai tirar o sorriso do dia seguinte: “ontem foi foda!”, “me joguei”, “massa véi!” ou simplesmente, “VALEU A PENA!”.
O Metropolis é um barzinho (ou pub?) despretensioso... um portinha com dois seguranças do lado de fora cobrando a identidade (PROIBIDA A ENTRADA DE MENORES) que fica na Rua 83, Setor Sul próximo aos Biscoitos Caseiros, Goiânia-GO. Se vir a Goiânia, tenha certeza, esse é um dos melhores lugares e mais democráticos da cidade. Rola Shows de bandas locais ou forasteiros... e uma ótima discotecagem.
Metrópolis... Ah, o Metropolis... foi o primeiro lugar que eu trabalhei fora do universo acadêmico... que eu adoro atravessar algumas quadras a pé e chegar e já bêbado... e voltar quase amanhecendo nas sextas ou sábados, ou nos dois dias, mais bêbado ainda, porém muito mais feliz e pensando: “VALEU A PENA”... Eu já não consigo imaginar minhas sextas e/ou sábados longe do Metropolis... da Juliana, Eliane, Túlio, Renatinho, João Lucas, Marcelle, Douglas e tantos outros... O Metropolis é uma extensão da minha vida, da minha casa... lá me sinto em casa, trabalhando ou só ou só sentindo o calor das luzes azuis de Césio... se alguém me perguntar onde você vai sexta ou sábado... já se tornou um grande um clichê: - vou ao Metropolis... esse lugar já faz parte de mim!!!
domingo, 11 de outubro de 2009
Novamente Alice in Chains!!!essa banda sempre marca a minha vida... hahhaaha... amores, amizades, relações identificáveis... muito maiores... cósmicas... ou pelo menos momentos momentos cósmicos... momentos intensos, felizes, tristes... momentos de tranformações... ou não!!! viva alice in chains... viva a vida!!! viva as minhas loucuras, e àquelas que não são minhas... "vida louca vida, já que não posso te levar..."
terça-feira, 5 de maio de 2009
"Quem não bebi e não fuma, morre saudável!"
Quando era criança, só pensava no mal que o cigarro fazia. Nas doenças, no câncer em específico. Brigava com meu pai orientando-o sempre a parar de fumar. Eu, juntamente com minha mãe, conseguimos este triunfo. Meu pai ficou sem fumar um longo tempo, mas logo teve suas recaídas. Eu, uma pessoa que desconhecia o universo e os significados da nicotina, não conseguia entender aquilo tudo. O poque que as pessoas precisavam tanto de cigarro, e porque fumavam sabendo de todas as inevitáveis conseqüências que por ele seriam causadas. Eu não sabia ainda, seria uma questão de tempo para que entendesse tudo isso.
Na minha adolescência, não fumava. Para mim o cigarro era uma espécie de infantilidade. De uma rebeldia típica da idade. Nessa fase da minha vida, tive que conviver com problemas atípicos pra uma pessoa da idade. Os problemas conjugais dos meus pais eram repassados para mim. Participava de coisas que teoricamente não me diziam respeito. Tive que amadurecer, me comportar como um miniadulto, o que me tornava de certa forma uma pessoa certinha um tanto caricata.
Logo veio a faculdade. E percebi que não tive uma adolescência “normal”. Não passei pelas experimentações e rompimentos característicos dessa fase. Tive que viver duas fases em uma: viver momentos como adulto e outros como adolescente. Estava na fronteira. Tinha sido até então uma pessoa criticada pela minha espécie de contradição visual-ações e agora queria, talvez, ser aceito. Encontrar um grupo onde essas duas coisas pudessem coexistir.
Lá estava ela. Japonesa, poder, luxo e sedução. Cheia de poses. Personalidade forte. Fumante. Essa pessoa passou a ser uma grande amiga minha durante a faculdade. Ela se envolvia com as pessoas mais legais do curso, que por acaso, fumavam e se entorpeciam. Pessoas descoladas. Queria fazer parte de tudo aquilo! Queria ser como eles! Já era tempo de abandonar o grupo das pessoas caretas e fazer parte dos transgressores. Porém, eu não bebia, não fumava, não fazia sexo. Um dia numa festa foi questionado sobre tudo isso. Não soube responder como um garoto que adorava rock, e usava uma grande quantidade de brincos era tão certinho!
Fumar já não era um ato inconseqüente pra mim. Era um símbolo de poder. Um rito de passagem. A imagem de minha amiga japonesa não saía da minha cabeça. Toda aquela desenvoltura fumando... aiii... eu queria fumar também!!! eu tinha que aprender!!!! eu queria ser daquele jeito!
Aprender fumar não foi fácil. Eu não tinha jeito pra coisa. Não sabia segurar, acender, tragar... afff... foi com muita perseverança que aprendi a fumar! E com muita propriedade que comecei a fazer isso em lugares públicos. E também, foi com muita timidez que comprei minha primeira carteira de cigarro.
Hoje sou um viciado em nicotina. Já tentei parar várias vezes! Mas sempre volto. Não sei mais o que o cigarro simboliza pra mim. São sentimentos muito complexos e contraditórios. As vezes sinto nojo, as vezes me refugio em seu consumo. As vezes ele me faz companhia. Uma vez, uma ex-orientadora minha me disse que na Rússia existe um ditado: “quem não bebi e não fuma, morre saudável”. Esse ditado sempre me conforta quando me vejo bêbado e com o pulmão estourando de tanto fumar!!! rs...
Na minha adolescência, não fumava. Para mim o cigarro era uma espécie de infantilidade. De uma rebeldia típica da idade. Nessa fase da minha vida, tive que conviver com problemas atípicos pra uma pessoa da idade. Os problemas conjugais dos meus pais eram repassados para mim. Participava de coisas que teoricamente não me diziam respeito. Tive que amadurecer, me comportar como um miniadulto, o que me tornava de certa forma uma pessoa certinha um tanto caricata.
Logo veio a faculdade. E percebi que não tive uma adolescência “normal”. Não passei pelas experimentações e rompimentos característicos dessa fase. Tive que viver duas fases em uma: viver momentos como adulto e outros como adolescente. Estava na fronteira. Tinha sido até então uma pessoa criticada pela minha espécie de contradição visual-ações e agora queria, talvez, ser aceito. Encontrar um grupo onde essas duas coisas pudessem coexistir.
Lá estava ela. Japonesa, poder, luxo e sedução. Cheia de poses. Personalidade forte. Fumante. Essa pessoa passou a ser uma grande amiga minha durante a faculdade. Ela se envolvia com as pessoas mais legais do curso, que por acaso, fumavam e se entorpeciam. Pessoas descoladas. Queria fazer parte de tudo aquilo! Queria ser como eles! Já era tempo de abandonar o grupo das pessoas caretas e fazer parte dos transgressores. Porém, eu não bebia, não fumava, não fazia sexo. Um dia numa festa foi questionado sobre tudo isso. Não soube responder como um garoto que adorava rock, e usava uma grande quantidade de brincos era tão certinho!
Fumar já não era um ato inconseqüente pra mim. Era um símbolo de poder. Um rito de passagem. A imagem de minha amiga japonesa não saía da minha cabeça. Toda aquela desenvoltura fumando... aiii... eu queria fumar também!!! eu tinha que aprender!!!! eu queria ser daquele jeito!
Aprender fumar não foi fácil. Eu não tinha jeito pra coisa. Não sabia segurar, acender, tragar... afff... foi com muita perseverança que aprendi a fumar! E com muita propriedade que comecei a fazer isso em lugares públicos. E também, foi com muita timidez que comprei minha primeira carteira de cigarro.
Hoje sou um viciado em nicotina. Já tentei parar várias vezes! Mas sempre volto. Não sei mais o que o cigarro simboliza pra mim. São sentimentos muito complexos e contraditórios. As vezes sinto nojo, as vezes me refugio em seu consumo. As vezes ele me faz companhia. Uma vez, uma ex-orientadora minha me disse que na Rússia existe um ditado: “quem não bebi e não fuma, morre saudável”. Esse ditado sempre me conforta quando me vejo bêbado e com o pulmão estourando de tanto fumar!!! rs...
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Volta
Dizem que as pessoas DDA não conseguem se concentrar por muito tempo em nada. São inconstantes, temperamentais, impulsivas e, ao mesmo tempo criativas, com uma imaginação tão rápida e poderosa que, na maioria das vezes, nem ela se dá conta de si. Acaba enclausurando-se em suas angústias. Essas pessoas não conseguem conviver com seu próprio intimo. Isso é muito para se mesmo. A contradição interna e as avalanches de idéias deterioram o seu ser. Justamente por essa imensidão, por essa hiperatividade, por essa versatilidade, por esse romantismo proveniente de sua loucura intrínseca, sua razão padece. Se entrega muitas vezes à arte, se tornando esta sua morada.
Eu, um DDA por completo, acabei trilhando caminhos que me afastaram muito do mundo artístico. Essa, que por sinal, não se trata de uma regra geral, não serviu em nenhum momento para mim. Mergulhei, em vez disso, na magia e nos encantos que poderiam ser a transformação da matéria. Em sua poesia, em seus mitos alquimísticos. Fiz-me químico. E ao escolher meu caminho, não me direcionei por dinheiro, por um futuro, e sim, por uma busca de um sentido pra vida, de entendê-la, de compreender o que a priori existia de mais essencial em mim assim como em tudo que existe: nossa composição, nossa matéria, a natureza do mundo.
Com o passar do tempo, com minhas experiências de vida, percebi que a química não dava conta de tudo isso. Minhas angústias continuaram a me atormentar. As visões positivistas de ciência estavam erradas. A magia da alquimia, da transmutação da matéria, seus vapores, suas alucinantes variações de cores, não me contemplavam mais. Meu espírito não é matéria. Descobri que a ciência só poderia explicar como as coisas são, e não a coisa em si. O homem não poderia ir tão longe assim. O grande paradoxo: como entender o universo antes de entender o nosso próprio universo, o nosso microcosmo.
Me entreguei aos problemas do mundo, as críticas sociais, aos embates políticos, à esperança. Isso tornou-se a fonte do sentido de tudo. Sim, ser um ser histórico. Um ser que interfere no seu mundo, que critica as virtudes postas, que tenta se libertar das correntes que o prendem através de seus discursos e coerções. Existia, agora, um motivo. Asas pra que eu pudesse voar, vôos altos e rasantes. Mas o fogo foi se apagando. A chama lentamente se cessando. Os sentidos esvaziaram-se. A vida se tornou uma sucessão de dias, a rotina uma norma. A busca por sentidos, deu lugar a uma busca por uma felicidade em certo ponto pueril, demasiado efêmera. Me tornei novamente fútil, medroso, desesperançoso, hedonista, niilista.
As leituras, porém, continuaram a ser um dos meus refúgios. E lendo uma coisa aqui, outra ali, me deparei com um trecho do livro “Assim Falava Zaratrusta” de Nietzsche que pra mim foi, acima de tudo, uma tapa na cara. Assim dizia:
“O nobre quer criar alguma coisa nobre e uma nova virtude. O homem de bem deseja o que é velho e conservar tudo o assim é.
O perigo do nobre, porém, não é tornar-se homem de bem, mas insolente, zombeteiro e destruidor.
Ah! Eu conheci nobres que perderam sua mais elevada esperança! Desde então, passaram a caluniar todas as elevadas esperanças.
Desde então tem vivido de maneira insolente e com breves alegrias, sem ver mais além que o fim de um dia para o outro.
“O espírito é também voluptuosidade” diziam. Então eles quebraram as asas do espírito. Agora rasteja de uma lado para o outro e macula tudo o que consome.
Em outros tempos pensavam em tornar-se heróis. Hoje, são apenas gente que se diverti. O herói é para eles aversão e desgosto.
Mas, em nome de meu amor e de minha esperança, exorto-te: não repudies o herói que há em tua alma! Venera como sagrada tua mais elevada esperança!”
Assim falava Zaratrusta.”
Esse discurso de Zaratrusta, personagem principal do livro citado, mexeu muito comigo. Foi como olhar no espelho da minha alma. Tal discurso me penetrou. Me cutucou. Me pôs a escrever novamente e tentar enxergar a vida como algo maior e “não o fim de um dia para outro”.
Assim espero que inicia-se uma nova etapa. Tentar sentir, viver, buscar as coisas mas intensamente. Descobrir-me. Não ser alguém metafisicamente entediado. Do tipo que enjoa de tudo. Creio ser este meu novo caminho. Que venha a vida e todas a suas curvas sinuosas!
Eu, um DDA por completo, acabei trilhando caminhos que me afastaram muito do mundo artístico. Essa, que por sinal, não se trata de uma regra geral, não serviu em nenhum momento para mim. Mergulhei, em vez disso, na magia e nos encantos que poderiam ser a transformação da matéria. Em sua poesia, em seus mitos alquimísticos. Fiz-me químico. E ao escolher meu caminho, não me direcionei por dinheiro, por um futuro, e sim, por uma busca de um sentido pra vida, de entendê-la, de compreender o que a priori existia de mais essencial em mim assim como em tudo que existe: nossa composição, nossa matéria, a natureza do mundo.
Com o passar do tempo, com minhas experiências de vida, percebi que a química não dava conta de tudo isso. Minhas angústias continuaram a me atormentar. As visões positivistas de ciência estavam erradas. A magia da alquimia, da transmutação da matéria, seus vapores, suas alucinantes variações de cores, não me contemplavam mais. Meu espírito não é matéria. Descobri que a ciência só poderia explicar como as coisas são, e não a coisa em si. O homem não poderia ir tão longe assim. O grande paradoxo: como entender o universo antes de entender o nosso próprio universo, o nosso microcosmo.
Me entreguei aos problemas do mundo, as críticas sociais, aos embates políticos, à esperança. Isso tornou-se a fonte do sentido de tudo. Sim, ser um ser histórico. Um ser que interfere no seu mundo, que critica as virtudes postas, que tenta se libertar das correntes que o prendem através de seus discursos e coerções. Existia, agora, um motivo. Asas pra que eu pudesse voar, vôos altos e rasantes. Mas o fogo foi se apagando. A chama lentamente se cessando. Os sentidos esvaziaram-se. A vida se tornou uma sucessão de dias, a rotina uma norma. A busca por sentidos, deu lugar a uma busca por uma felicidade em certo ponto pueril, demasiado efêmera. Me tornei novamente fútil, medroso, desesperançoso, hedonista, niilista.
As leituras, porém, continuaram a ser um dos meus refúgios. E lendo uma coisa aqui, outra ali, me deparei com um trecho do livro “Assim Falava Zaratrusta” de Nietzsche que pra mim foi, acima de tudo, uma tapa na cara. Assim dizia:
“O nobre quer criar alguma coisa nobre e uma nova virtude. O homem de bem deseja o que é velho e conservar tudo o assim é.
O perigo do nobre, porém, não é tornar-se homem de bem, mas insolente, zombeteiro e destruidor.
Ah! Eu conheci nobres que perderam sua mais elevada esperança! Desde então, passaram a caluniar todas as elevadas esperanças.
Desde então tem vivido de maneira insolente e com breves alegrias, sem ver mais além que o fim de um dia para o outro.
“O espírito é também voluptuosidade” diziam. Então eles quebraram as asas do espírito. Agora rasteja de uma lado para o outro e macula tudo o que consome.
Em outros tempos pensavam em tornar-se heróis. Hoje, são apenas gente que se diverti. O herói é para eles aversão e desgosto.
Mas, em nome de meu amor e de minha esperança, exorto-te: não repudies o herói que há em tua alma! Venera como sagrada tua mais elevada esperança!”
Assim falava Zaratrusta.”
Esse discurso de Zaratrusta, personagem principal do livro citado, mexeu muito comigo. Foi como olhar no espelho da minha alma. Tal discurso me penetrou. Me cutucou. Me pôs a escrever novamente e tentar enxergar a vida como algo maior e “não o fim de um dia para outro”.
Assim espero que inicia-se uma nova etapa. Tentar sentir, viver, buscar as coisas mas intensamente. Descobrir-me. Não ser alguém metafisicamente entediado. Do tipo que enjoa de tudo. Creio ser este meu novo caminho. Que venha a vida e todas a suas curvas sinuosas!
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
humor negro?!
o que uma menina com anorexia disse à um assaltante quando este ameaçou furá-la com uma faca????!
vá em frente, eu preciso de uma lipo!!!!
no momento que escrevi isso, não dei nenhuma risada. e vc????
vá em frente, eu preciso de uma lipo!!!!
no momento que escrevi isso, não dei nenhuma risada. e vc????
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Nossa... quanto tempo!!! Fazia tempo que não passava por aqui... rs.. enfim, esse espaço é um lugar para contar coisas das quais quero compartilhar com as pouquíssimas pessoas que aqui freqüentam!!! Hahahha... talvez minha vida e minha rotina não seja algo tão interessante assim!!!! Rs... e é de forma informal e descompromissada que volto a escrever no meu blog que já andava há tempo abandonado!
Hoje, fiz de tudo... mas o que mais me marcou foi minhas provas de humildade. A primeira foi assumir que eu amo alguém... que sinto falta de uma pessoa apesar de todos os seus defeitos... apesar de não ser correspondido!!! Isso não me mata por dentro, no máximo me machuca um pouquinho!!! Rs... aprendi a ser forte e a me levantar mesma quando pareço estar na lama!!! Hahahha... isso não se trata de uma auto-afirmação!!!
Enfim... assumi tb que era fã de uma pessoa... não sei pq! Apenas assumi... assumi os momentos que me marcaram para que este estado de fã se materializasse... senti vontade de me declarar, mostrar minhas fraquezas... expor meus pontos fracos!!! Foda-se... foda-se... foda-se!!! Chega de hipocrisias, de joguinhos... ser eu mesmo!!!! Essa é a ordem de hoje!!! Ser sincero... eu assumo os riscos!!!
Hoje, fiz de tudo... mas o que mais me marcou foi minhas provas de humildade. A primeira foi assumir que eu amo alguém... que sinto falta de uma pessoa apesar de todos os seus defeitos... apesar de não ser correspondido!!! Isso não me mata por dentro, no máximo me machuca um pouquinho!!! Rs... aprendi a ser forte e a me levantar mesma quando pareço estar na lama!!! Hahahha... isso não se trata de uma auto-afirmação!!!
Enfim... assumi tb que era fã de uma pessoa... não sei pq! Apenas assumi... assumi os momentos que me marcaram para que este estado de fã se materializasse... senti vontade de me declarar, mostrar minhas fraquezas... expor meus pontos fracos!!! Foda-se... foda-se... foda-se!!! Chega de hipocrisias, de joguinhos... ser eu mesmo!!!! Essa é a ordem de hoje!!! Ser sincero... eu assumo os riscos!!!
quarta-feira, 28 de maio de 2008
uma nova vida nos espera!!!
Ando muito solitário ultimamente. Estou com dificuldades enormes, pra não dizer gritantes, pra me relacionar com os outros. Cumprimento grande parte das pessoas de forma fria e formal... isso, quando eu não corto caminho pra que elas não me vejam. Não tenho muito que dizer... estou sem quase nada pra dizer. Olho pro espelho e vejo as marcas do tempo que insistem em aparecer, e me lembrar de que não sou mais um garotinho, e sim um homem no sentido mais amplo da palavra. Lembro de todos os Dorivans que já fui... de todas as performances que já assumi, e penso no que sou hoje... o que me levou a ser o que sou hoje. Cobro de mim o tempo inteiro mais responsabilidade, mais maturidade, mais força pra enfrentar os problemas da vida! Cobro-me essas coisas, pois reparando bem no espelho e olhando minhas marcas de expressão, vejo em cada uma todas as experiências fantásticas e terríveis da minha vida e busco entender e/ou descobrir o que elas acrescentaram em mim, ou que teriam que acrescentar. A sensação de não ter evoluído o suficiente, de não ter crescido o suficiente, é uma sensação de vazio e tempo perdido que angustia de uma forma inexplicável... Ah, é tudo isso uma grande sensação de incompletude! Se é que essa palavra existe!!! Rs...
Depois de tomar consciência de se, que atitude tomar?! Acho que está na hora de tomar certas atitudes: a primeira é tirar os olhos do passado e lançá-los no futuro! Está na hora de olhar exclusivamente para o futuro. O que aconteceu, já aconteceu! Não tem mais volta... não tem como mexer, como numa busca neurótica pela perfeição. Não!!!! O que precisamos é de novos objetivos e entender que, como diz um amigo meu: “minha hora é agora”! Sendo assim, quando eu olhar novamente no espelho, não vou procurar quem eu fui, e sim o que sou e o que posso ser!!! Tudo pode parecer novo se começarmos tudo de novo!!!! Uma nova vida nos espera!
Depois de tomar consciência de se, que atitude tomar?! Acho que está na hora de tomar certas atitudes: a primeira é tirar os olhos do passado e lançá-los no futuro! Está na hora de olhar exclusivamente para o futuro. O que aconteceu, já aconteceu! Não tem mais volta... não tem como mexer, como numa busca neurótica pela perfeição. Não!!!! O que precisamos é de novos objetivos e entender que, como diz um amigo meu: “minha hora é agora”! Sendo assim, quando eu olhar novamente no espelho, não vou procurar quem eu fui, e sim o que sou e o que posso ser!!! Tudo pode parecer novo se começarmos tudo de novo!!!! Uma nova vida nos espera!
quinta-feira, 22 de maio de 2008
esperar, esperar, esperar...
Esperar por alguém... esperar por alguém do qual nada se deveria esperar... esperar, esperar, esperar... alguma notícia, algum oi... um “vamos nos ver”, “vamos começar de novo”, “quero você”... olhar pras mensagens no celular e acreditar que tudo aquilo um dia pode voltar... sonhar com o que poderia ter dado certo!!! Onde fica a dignidade nesses momentos??? A minha talvez tenha se dissolvido no mar das esperanças! Esperança... será que é a última que morre?! Em mim, morre depois até mesmo do próprio sentimento!!! É pela esperança, pela falta de dignidade, pela carência, pela dor causada pela solidão, pelo amor que bate em meu peito... que continuo te esperando, sonhando que minha vida seja tão bela como “O último romance” do Los hermanos:
Eu encontrei-a quando não quis
mais procurar o meu amor
e o quanto levou foi pra eu merecer
antes um mês e eu já não sei
e até quem me vê lendo jornal
na fila do pão sabe que eu te encontrei
e ninguem dirá
que é tarde demais
que é tão diferente assim
do nosso amor
a gente é que sabe pequena
ahh vaii
me diz o que é o sufoco que eu te mostro alguém
afim de te acompanhar
e se o caso for de ir a praia
eu levo essa casa numa sacola..
eu encontrei-a e quis duvidar
tanto clichê
deve não ser
você me falou
pra eu não me preocupar
ter fé e ver coragem no amor
e só de te ver
eu penso em trocar
a minha tv num jeito de te levar
a qualquer lugar
que voce queira
e ir onde o vento for
que pra nos dois
sair de casa ja é
se aventurar
ahh vaii
me diz o que é o sossego que eu te mostro alguem
afim de te acompanhar
e se o tempo for te levar eu sigo essa hora
eu pego carona
Eu encontrei-a quando não quis
mais procurar o meu amor
e o quanto levou foi pra eu merecer
antes um mês e eu já não sei
e até quem me vê lendo jornal
na fila do pão sabe que eu te encontrei
e ninguem dirá
que é tarde demais
que é tão diferente assim
do nosso amor
a gente é que sabe pequena
ahh vaii
me diz o que é o sufoco que eu te mostro alguém
afim de te acompanhar
e se o caso for de ir a praia
eu levo essa casa numa sacola..
eu encontrei-a e quis duvidar
tanto clichê
deve não ser
você me falou
pra eu não me preocupar
ter fé e ver coragem no amor
e só de te ver
eu penso em trocar
a minha tv num jeito de te levar
a qualquer lugar
que voce queira
e ir onde o vento for
que pra nos dois
sair de casa ja é
se aventurar
ahh vaii
me diz o que é o sossego que eu te mostro alguem
afim de te acompanhar
e se o tempo for te levar eu sigo essa hora
eu pego carona
quarta-feira, 21 de maio de 2008
E o dia volta brilhar, assim como os olhos!
Ui! Que alívio! Meus pés estavam gelados, assim como minhas mãos! A sensação terrível de ter perdido alguém... estava me matando por dentro! Como é gostosa a sensação de reencontrar/recuperar uma pessoa... é deliciosa, única, gratificante! Como se todo o peso do mundo tivesse sido tirado das costas... como se todo o nó que encontrava-se na garganta se desfizesse. Parece que o dia recupera todo seu brilho, assim como os olhos! Sabor de fruta madura na boca, uma energia que percorre todo o corpo e termina num abraço que está ainda por acontecer... que vai acontecer! Dizem que seria impossível ser feliz, se não houvesse a tristeza, o sofrimento, os problemas... penso que seja verdade! Penso isso, pois a rotina sem graça da vida nada nos acrescenta, nada nos ensina. É só um marasmo sem fim... um tédio, assim como o nome desse blog: momentos de tédio! A angústia de nada de novo a acontecer, deve ser como viver num paraíso divino onde tudo é perfeito e harpas celestiais não param de fazer aquele som infernal!!!! Podem me chamar de louco, intenso por pensar assim... sei que muitas pessoas queriam nada mais, nada menos que uma vidinha simples, “a sorte de um amor tranqüilo” (Cazuza)... não sei se é isso que eu quero! Acho que já tive isso e não gostei! Quero a desarmonia harmoniosa, a entropia do universo, o caos generalizado... as dialéticas em espirais... a vida toda num grande espirais de fatos novos, surpreendentes... e não páginas vazias da vida! “Eu sou assim, quem quiser gostar de mim... eu sou assim” (Paulinho da Viola)
te amo!!!
Como são fortes as palavras, que poder devastador elas têm... destrói momentos inesquecíveis em segundos... toda uma vida em segundos!!! Virtudes?! também não tenho tantas!!! Sincero?! Também posso ser bastante e garanto que nem sempre isso é uma vantagem! Meu ego é grande?! Típico de um leonino irrecuperável! Se eu te amo?! “ eu te amo pelas tuas faltas, pelo teu corpo marcado... pelas tuas cicatrizes, pelas tuas loucuras todas, minha vida... Eu amo a tuas mãos, mesmo que por causa delas eu não saiba o que fazer das minhas... Amo o teu jogo triste (...) eu te amo pela tua essência, até pelo que você poderia ter sido se a maré das circunstâncias não tivesse te banhado nas águas do equívoco (...) te amo pelas tuas entradas, saídas e bandeiras... Eu te amo desde os teu pés até o que te escapa... Te amo de alma para alma e mais que as palavras, ainda que seja através delas que eu me defendo quando eu digo que eu te amo mais que o silêncio dos momentos difíceis... quando o próprio amor vacila” (autor desconhecido). O que me incomoda é não saber o que fazer com isso, é não saber lidar com você, é não saber lidar com seu humor negro, sua sinceridade... é nem sempre ter assunto pra conversar contigo! E mesmo sentindo algo muito mais próximo do carinho, da ternura, do que de qualquer outra coisa... sentir ciúmes, muito ciúmes de você ao te ver em outros braços!!! Sou humano e cheio de defeitos também! “Me perdoa! A vida é doce...” (Lobão)
segunda-feira, 19 de maio de 2008
ai... o samba!!!!
Dóris... lotado de coisas pra fazer!!!!! diz:
ai
Dóris... lotado de coisas pra fazer!!!!! diz:
descbri o que me deixa calmo
Dóris... lotado de coisas pra fazer!!!!! diz:
Paulinho da viola
se não houvesse refrão nenhum diz:
o q?
se não houvesse refrão nenhum diz:
adoroo
Dóris... lotado de coisas pra fazer!!!!! diz:
kkkkkkkkk
se não houvesse refrão nenhum diz:
o principe do samba
Dóris... lotado de coisas pra fazer!!!!! diz:
o rock é algo engraçado
Dóris... lotado de coisas pra fazer!!!!! diz:
a loucura do rock entra em renossância com minha desarmonia
Dóris... lotado de coisas pra fazer!!!!! diz:
e o samba chega e coloca tudo no lugar!!!!
se não houvesse refrão nenhum diz:
adoro
ai
Dóris... lotado de coisas pra fazer!!!!! diz:
descbri o que me deixa calmo
Dóris... lotado de coisas pra fazer!!!!! diz:
Paulinho da viola
se não houvesse refrão nenhum diz:
o q?
se não houvesse refrão nenhum diz:
adoroo
Dóris... lotado de coisas pra fazer!!!!! diz:
kkkkkkkkk
se não houvesse refrão nenhum diz:
o principe do samba
Dóris... lotado de coisas pra fazer!!!!! diz:
o rock é algo engraçado
Dóris... lotado de coisas pra fazer!!!!! diz:
a loucura do rock entra em renossância com minha desarmonia
Dóris... lotado de coisas pra fazer!!!!! diz:
e o samba chega e coloca tudo no lugar!!!!
se não houvesse refrão nenhum diz:
adoro
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